domingo, 1 de fevereiro de 2015

Volta às aulas



Hoje é o último dia de férias escolares.
Se você ainda não colocou a agenda 2015 em dia está passando da hora de fazer isso.
Nos meus tempos de estudante eu esperava com ansiedade o início do ano letivo.  As maiores preocupações sempre foram sobre a nova professora, os novos alunos, a nova sala, encapar cadernos e preparar minha mochila e meu uniforme. Como boa menina sempre fui caprichosa. Quando eu completei onze anos lembro que comecei a encapar meus cadernos com recortes de revistas e depois colava com uma capa transparente. Fazia margens coloridas e desenhos em todas as páginas dos cadernos, tipo flores, corações e estrelas. Hoje em dia, não sou mais estudante, mas sou mãe. Muito diferente das meninas são os meninos. Meu filho não está nem aí para esses detalhes da volta às aulas. Nem quer olhar seus cadernos e tudo que eu compro está bom pra ele.  O mais importante é a volta do tão amado futsal. Claro, que o colégio o envolve também com outras atividades, mas, ele não tem aquele frio na barriga que eu tinha quando o ano letivo ia iniciar.
A volta às aulas é a volta da rotina para todos, pais e filhos. Isso é muito bom! Depois de dois meses de férias não sei mais o que fazer! Já viajamos para Itabira a fim de reunir a família e passar o Natal. Depois passeamos em Belo Horizonte com a madrinha, fomos no clube, no Zoológico e no cinema. Depois do ano novo voltamos à Itabira para mais uma semana com as primas de Capitólio reunidas na casa da vovó. Aproveito para recarregar minhas baterias com a energia que flui de uma família unida e que se ama muito. Na penúltima semana de janeiro viajamos para praia. Última semana, meu apartamento está lotado de meninos. Os vizinhos do prédio vêm em bandos jogar videogame com Arthur.
Seja muito bem vinda, rotina!
A partir de segunda-feira tenho horário organizado para várias atividades, minhas e do Arthur.
Gosto de férias, mas depois de dois meses de muita farra, gosto também de colocar as coisas nos eixos.

Afinal, a vida é assim: não dá pra ser uma festa constante. Também temos que levá-la a sério. 

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