terça-feira, 26 de maio de 2015

Procurando a medida certa


Alguns quilinhos a mais e preciso tomar uma atitude.
Mulher é um bicho complicado mesmo! São poucos centímetros a menos na cintura para me deixar mais feliz!
Então está fácil para conquistar a vitória!
Nunca quis ser perfeita, tipo modelo de revista. Portanto não faço aqui apologia à magreza. Sou a favor de ser feliz e me sentir bem. Se estou engordando é porque estou comendo além do necessário e não estou fazendo exercício aeróbico.
Se aparecesse um gênio da lâmpada e me perguntasse qual meu desejo eu falaria que é comer e não engordar. Comer é tão bom!
Agora chega! Eu tenho que perder esses cinco quilos que fazem toda a diferença! Preciso controlar a boca que está devorando tudo como o diabo da tasmânia. Infelizmente eu como por compulsão, sempre foi assim desde pequena. Sou ansiosa, gulosa e tenho tendência genética a engordar.
Ainda estou fazendo apenas 25 minutos de esteira, totalizando 3 km de corrida. É pouco, mas já é um começo! Os 40 anos chegando me faz pensar que agora não posso ter preguiça de malhar. Não pela moda, mas pela necessidade extrema.
Vou focar na saúde e tentar emagrecer naturalmente. Quem sabe dessa vez eu não fico magra para sempre. Mudanças de hábito, perua! Eu emagrecia facilmente, mas depois os pneuzinhos voltavam todos para o mesmo lugar. Tipo tudo que é bom, dura pouco!
Agora vou fazer valer da minha vontade e parar de me sentir uma baleia de saias. Eu perdi uma batalha porque voltei a engordar, mas não perdi a guerra.
E assim vou cuidando da minha saúde, da minha alimentação, do meu corpo. Por que eu não desisto e estou sempre correndo atrás.



sábado, 2 de maio de 2015

Buscando a natureza








Buscar a natureza é buscar Deus escondido.
E como ela é bela! Como é sábia! Sinal que Deus é perfeito!
 Não precisamos ser humanos para termos uma alma gêmea, a natureza ensina que a colaboração e a parceria vencem qualquer obstáculo. De mãos dadas fica mais fácil viver. Para muitos animais que nem tem mãos. O amor não é só para o lindo casal de cisnes, ícones do romantismo, mas é também para as baratas, ratos, urubus e até protozoários. Encontramos casais eternos debaixo dágua, nas árvores e também bem ao nosso lado. Todos são capazes de amar e desenvolver essa parceria pela vida toda. Alguns já são destinados, é um apelo natural, vem do nosso instinto animal.
Quando achamos que estamos evoluídos percebemos que os animais nos deixam no chinelo. Vejam os casos de pinguins que o macho colabora com a fêmea chocando o ovo. Na relação entre cavalos marinhos o macho é quem engravida, pois tem uma bolsa incubadora e carrega os ovos depositados pela fêmea. Com as araras é assim: o macho fica responsável pela alimentação da fêmea até que elas choquem os ovos para não precisarem sair dos ninhos e protegerem seus filhotes.
A grande preocupação é preservação da espécie e passar tudo aquilo que um dia aprendemos também com nossos pais.
Meus avós são como casais de araras, cisnes, pinguins, baratas, ratos da pradaria, urubus, polvos, cavalos marinhos, araras e periquitos. Nasceram assim, naturalmente. Um não viveu sem o outro, estavam sempre juntinhos, chocando e cuidando de seus filhotes. A mãe cuidando e alimentando, o pai ensinando a lutar, brincar, a buscar o sustento da casa.
E assim vivemos, em comunhão com a natureza. Não pare de olhar pra ela. Não podemos esquecer esse lugar especial onde Deus está presente em cada animal, em cada planta e também em nós. Somos todos filhos do mesmo Pai. Todos, somos um só. Seres vivos.