sábado, 2 de maio de 2015

Buscando a natureza








Buscar a natureza é buscar Deus escondido.
E como ela é bela! Como é sábia! Sinal que Deus é perfeito!
 Não precisamos ser humanos para termos uma alma gêmea, a natureza ensina que a colaboração e a parceria vencem qualquer obstáculo. De mãos dadas fica mais fácil viver. Para muitos animais que nem tem mãos. O amor não é só para o lindo casal de cisnes, ícones do romantismo, mas é também para as baratas, ratos, urubus e até protozoários. Encontramos casais eternos debaixo dágua, nas árvores e também bem ao nosso lado. Todos são capazes de amar e desenvolver essa parceria pela vida toda. Alguns já são destinados, é um apelo natural, vem do nosso instinto animal.
Quando achamos que estamos evoluídos percebemos que os animais nos deixam no chinelo. Vejam os casos de pinguins que o macho colabora com a fêmea chocando o ovo. Na relação entre cavalos marinhos o macho é quem engravida, pois tem uma bolsa incubadora e carrega os ovos depositados pela fêmea. Com as araras é assim: o macho fica responsável pela alimentação da fêmea até que elas choquem os ovos para não precisarem sair dos ninhos e protegerem seus filhotes.
A grande preocupação é preservação da espécie e passar tudo aquilo que um dia aprendemos também com nossos pais.
Meus avós são como casais de araras, cisnes, pinguins, baratas, ratos da pradaria, urubus, polvos, cavalos marinhos, araras e periquitos. Nasceram assim, naturalmente. Um não viveu sem o outro, estavam sempre juntinhos, chocando e cuidando de seus filhotes. A mãe cuidando e alimentando, o pai ensinando a lutar, brincar, a buscar o sustento da casa.
E assim vivemos, em comunhão com a natureza. Não pare de olhar pra ela. Não podemos esquecer esse lugar especial onde Deus está presente em cada animal, em cada planta e também em nós. Somos todos filhos do mesmo Pai. Todos, somos um só. Seres vivos.

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