E novembro
já está chegando...
As vitrines
precoces começam a se preparar para o Natal!
Mas, espere.
Ainda nem terminei o que tinha planejado para 2016.
Quando paro
para fazer uma retrospectiva da última década do Arthur percebo que estou
quatro anos atrasada. Álbuns e diários. Corri para atualizar os álbuns, acabei
fazendo um de 2013 e 2014 e ainda ficou faltando 2015 e 2016 que vou fazer
depois. Esse tal de “depois” acaba comigo. Como vou lembrar suas frases para
escrever no seu diário de vida?
As memórias
alimentam minha alma. Cada foto, cada palavra escrita, são os tijolos de minha existência.
Não vivo sem elas. Estou em construção eternamente, cada um de nós é uma edificação.
De novo o
tempo. Tempo que corre ora rápido, ora devagar.
Os
pensamentos em torno do tempo são instigantes.
Tente contar
as horas, olhar os ponteiros de um relógio rodar pelo menos uns dez minutos.
Você certamente será um tédio enorme e dirá: “o tempo não passa.” Depois você
sai de casa, faz um monte de coisas e mal percebe que o dia já acabou.
E assim é a
vida, você nasce e cresce numa piscada. E a cada piscada tudo muda: o cenário, o cabelo, o
corpo, tudo muda. Você conhece o amor, tem um filho e na minha última piscada
percebi que este filho já tem dez anos.
De repente
tudo passou num “click”.
Assim é o
tempo: muito louco como o Coelho de Alice no País das Maravilhas. “É tarde, é
tarde, é tarde até que arde.”
Se cada
década de vida passar em uma piscadela é melhor não piscar.
Fiquemos de
olhos bem abertos e aproveitando a vida ao máximo.
Por isso,
fica a dica, não deixe para fazer depois o que você pode fazer agora. Carpe
Diem.
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