Saibam que é muito difícil escrever, ainda mais
periodicamente. A obrigação em produzir semanalmente, ou diariamente textos
literários é para poucos. Os escritores, como compositores, costumam ter boas
fases e depois passar por períodos de seca criativa. Pois bem, pra quem tem
contratos assinados, e obrigação em escrever, isso deve ser bem estressante.
Minhas crônicas são meus relatos pessoais, meus
pensamentos sobre o mundo e tudo que me cerca. Qualquer coisa que chame a
atenção pode virar tema.
Já escrevi sobre minha origem, infância, juventude, Itabira e seus problemas em preservar o passado histórico. Comparei
árvores e mulheres, critiquei a ditadura da beleza, descrevi o meu dia-a-dia de mulher, mãe, esposa e profissional. Já “viajei na maionese” e “pirei na batatinha”. Minha avó Celme, depois de ler todas as
crônicas do meu blog disse que sou muito imaginativa e exagerada.
Mas, como estava dizendo no início desse texto; não é
fácil escrever crônicas. Muitas vezes o tempo não é suficiente, outras vezes,
por mais tempo que tenho a inspiração não surge.
Eu amo escrever. Mas, às vezes bate um desânimo!
Desânimo é normal até pra quem faz o que ama.
Nosso corpo é como uma máquina e como qualquer máquina
depois de anos de uso começa a dar problema, querer parar e até quebrar. É hora
da parada estratégica. Hora da manutenção.
Por tudo isso, na hora que o desânimo bater, se dê
férias. Foi isso que fiz e agora voltando a mil, cheia de desafios. Porque o
desafio serve como motivação para alcançar metas e objetivos, mesmo tendo que
driblar obstáculos.
Todos precisam de um tempo.
Continue caminhando, sempre no seu ritmo.
“Keep
Walking”.

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